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etanol
2007-04-26

Uma empresa da Nova Zelândia disse na segunda-feira (23/04) que conseguiu financiamento de um investidor do Vale do Silício a produzir etanol de uma fonte ainda não aproveitada – o gás monóxido de carbono. A empresa LanzaTech, baseada em Auckland, disse que desenvolveu um processo de fermentação no qual uma bactéria consome monóxido de carbono e produz etanol. O etanol pode ser usado como combustível alternativo ou acelerador de octanagem, aditivo redutor de poluição de gasolina.

 

Sean Simpson, co-fundador da LanzaTech e chefe científico, disse que a empresa usaria os US$3.5 milhões em investimentos da firma de capital, Khosla Ventures, para estabelecer uma instalação piloto e fazer a engenharia para preparar a produção de etanol em escala comercial.  Vinod Khosla, co-fundadora da Sun Microsystems que formou Khosla Ventures em 2004, investiu em mais de uma dúzia de empresas envolvendo em tecnologias de “combustível limpo”. “Quando eu propus para os meus parceiros, a tecnologia enfrentou todos os testes, e a proteção intelectual de propriedade foi ótima”, disse Khosla.

 

As pessoas têm usado fermento para transformar açúcar em álcool há milhares de anos. Milho, a principal fonte de etanol nesse país, fornece carboidratos que rapidamente se quebram em açúcares.  A inovação da LanzaTech está em usar uma bactéria para produzir etanol não de um carboidrato, mas de um gás, monóxido de carbono. O monóxido de carbono é detrito de um número de processos industriais, incluindo a produção de aço.

 

Independente de como é feito ou de onde é feito, etanol como combustível tem seus problemas. Alguns materiais de plástico ou borracha normalmente usados em funis de combustíveis são degradados pelo etanol, e dependendo da mistura de etanol e gasolina, ele pode aumentar os níveis de óxido de nitrogênio produzido. O etanol também tem menos energia do que a quantidade equivalente de gasolina, então a quilometragem pode reduzir.

 

Para Khosla, os aspectos positivos do etanol, incluindo reduzir poluição e independência de petróleo, superam os negativos. “Há muito mais armas na guerra do petróleo do que os homens de cabeça pequena que fazem o prognóstico imaginam”, disse Khosla. “A maioria da ação em energia vem da biotecnologia, e o mais interessante trabalho em biotecnologia é a energia”.

(Por Lawrence M. Fisher, The New York Times, 25/04/2007)

 

 


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