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2007-02-23
A Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor) estima que o zoneamento ambiental da silvicultura no Rio Grande do Sul esteja completado em 60 dias. O trabalho identificará potencialidades e fragilidades das paisagens naturais do Estado e subsidiará a liberação das licenças ambientais. Nesta quinta-feira (23/02), foi publicada no Diário Oficial do Estado a porteria que autorizou a criação de um grupo de trabalho que vai analisar a primeira versão do zoneamento. Estão presentes nesse grupo representates das secretarias do Meio Ambiente, Agricultura, Ciência e Tecnologia, Fepam, Farsul, Fiergs, Ageflor, Fetag, Sindimadeira, Famurs e PGE.

Este esboço do documento, desenvolvido pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), com auxílio da Ageflor, já foi apresentado em meados de dezembro. "É um material parcial, que ainda precisa ser acabado", ressalta o presidente da Ageflor, Roque Justen. O texto ainda será submetido ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) para que a entidade realize uma normativa que serivrá como plano diretor para o florestamento no Estado. Esse encaminhamento estava previsto para ser realizado no final de dezembro.

As autorizações voltadas às atividades de silvicultura no Estado estavam orientadas pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre a Fepam e Ministério Público Estadual (MPE), que expirou ano passado e não foi renovado. O secretário-executivo da Associação de Municípios da Zona Sul (Azonasul), Henrique Feijó, argumenta que a transição do governo estadual explica o atraso da homologação do zoneamento da silvicultura, mas acrescenca que a questão preocupa.

Feijõ lembra que a Votorantim Celulose e Papel (VCP) tem interesse em plantações para a produção de papel e celulose na Metade Sul do Estado. Além da VCP, Aracruz e Stora Enso planejam investimentos no Rio Grande do Sul. Ao final do ano passado, a Stora Enso confirmou a intenção de plantar 12 mil hectares em 2007 e 15 mil em 2008. Já a Aracruz assinou protocolos de intenções com o governo do Estado e as prefeituras de Barra do Ribeiro, Cachoeira do Sul, Guaíba e Rio Pardo para ampliar a atuação da empresa no Estado. O objetivo é viabilizar uma nova linha de produção com capacidade para 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano. As trÊs empresas planejam investir cerca de US$ 3,7 bilhões em plantas industriais do Estado e, até o início de dezembro do ano passado, adquiriram 183 mil hectares para plantio de eucalipto.

Os diretores das companhias não estão se manifestando sobre a ques~toa do zoneamento, mas Justen salienta que o trabalho é importante para todo o setor de base florestal, inclusive para os pequenos empreendedores.

Estima=se que no Rio Grande do Sul, atualmente, estão plantados pinus, eucaliptos e acácias em uma área de cerca de 500 mil hectares. A previsão é de que mais 300 mil hectares sejam ocupados pelo setor florestal nos próximos dez anos. Além do zoneamento da silviltura, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) deve concluir até março deste ano um trabalho sobre as caracterísiticas da base florestal gaúcha.
(Jornal do Comércio, 23/02/2007)
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