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celulose e papel
2010-07-26 | Tatianaf

Um estudo da consultora Hawkins Wright coloca o grupo entre os oito maiores produtores mundiais de pasta só à base de eucalipto.

A Altri acaba de entrar no ‘top ten' mundial da produção de pasta de celulose. Uma adesão ao ‘clube de ricos' proporcionada pelo aumento da capacidade de produção da unidade fabril do grupo na Figueira da Foz, a Celbi, estreada oficialmente há cerca de três semanas, num evento que contou com a presença do Presidente da República, Cavaco Silva.

Segundo um estudo da Hawkins Wright, consultora internacional especializada no sector da produção de papel e pasta de celulose, a que o Diário Económico teve acesso, as 900 mil toneladas de produção anual de pasta de celulose que o grupo, liderado por Paulo Fernandes, passou a disponibilizar para o mercado global colocaram-na à frente de gigantes internacionais do sector como a Stora Enso, a Domtar ou a Botnia/M-Real.

A Altri passou, assim, directamente para o 10º lugar do ‘ranking' dos maiores produtores mundiais de pasta de celulose. Uma posição que sobe para o oitavo lugar, se analisarmos apenas os produtores que se baseiam no eucalitpo. Com efeito, nesta listagem existem dois grupos que usam essencialmente madeira de acácia para produzir a pasta de celulose: a April (2º lugar) e a APP (4º lugar).

A primeira empresa do sector, segundo este estudo recente da consultora Hawkins Wright, é a Fibria, com uma capacidade anal de 5,325 milhões de toneladas de produção de pasta de celulose. Este conglomerado brasileiro, resultante da fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose, utiliza essencialmente eucalipto.

E o Brasil está representado com mais dois grupos neste ‘ranking' dos dez maiores grupos mundiais do sector nesta indústria: a Suzano, em terceiro da lista, e a Cenibra, colocada no oitavo lugar da tabela. O primeiro destes grupos brasileiros tem uma capacidade de produção anual de 1,655 milhões de toneladas, enquanto a Cenibra consegue colocar no mercado qualquer coisa 1,2 milhões de toneladas de pasta todos os anos.

A Portucel não integra este ‘ranking' mundial porque apesar de ser um dos maiores produtores de pasta de celulose à escala global, com uma capacidade anual que subiu para 1,35 milhões de toneladas depois de há cerca de um ano ter entrado em funcionamento a nova unidade fabril em Setúbal (a PM4), não a liberta para o mercado.

O grupo liderado por Pedro Queiroz Pereira podia estar posicionado em sexto lugar do ‘ranking' mundial em termos de produção de pasta de celulose, mas como integra na sua própria produção de papel 1,05 milhões de toneladas, só 300 mil toneladas é que entram efectivamente no circuito mundial do sector.

Além dos grupos brasileiros, também os grandes grupos asiáticos marcam presença nesta listagem dos maiores produtores mundiais de pasta de celulose. No segundo lugar da tabela está a April, um grupo indonésio com fábricas no país natal e na China. Liberta para o mercado qualquer coisa com 3,040 milhões de toneladas de pasta por ano. Depois da Suzano, surge, em quarto lugar, a APP, um grupo sedeado em Singapura. Tem uma capacidade anual de 1,520 milhões de toneladas.

Depois da Altri, do Brasil e dos países asiáticos, o Chile é também uma potência do sector: a CMPC, com uma capacidade de 1,480 milhões de toneladas, ocupa o quinto lugar do sector. Outro grupo chileno, a Arauco, garante a nona posição desta tabela, enviando para o mercado 965 mil toneladas por ano.

Para completar esta tabela, surge a ENCE, no sexto posto, da vizinha Espanha, com uma capacidade anual de produção de pasta de celulose na casa dos 1,340 milhões de toneladas.

E, por fim, aparece a finlandesa UPM, posicionada em sétimo lugar deste ‘ranking', com uma produção anual de 1,3 milhões de toneladas de pasta de celulose.

(Por Nuno Miguel Silva, Sapo.PT, 26/07/10)


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