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indústria naval Porto de Rio Grande
2008-11-19

A nova cadeia produtiva estimulada pelo pólo naval trouxe ao cenário urbano da Metade Sul uma diversidade de sotaques e costumes. Entre os mais novos moradores da região está o engenheiro Geraldo Vieira Filho. Ele trocou Belo Horizonte (MG) pelos ares marinhos de Rio Grande, onde afirma se sentir em casa.

Vieira Filho atua há cinco meses no setor de Coordenação de Qualidade na WTorre Engenharia. A empresa responsável pela construção do dique seco no Estaleiro Rio Grande recorreu aos serviços do mineiro para reforçar a capacitação do seu grupo de funcionários.

Com cursos na Europa e no Japão e autor de livros sobre gestão de qualidade e desenvolvimento sustentável, Vieira Filho repassa sua experiência a um público que ainda não tem intimidade com o ramo da construção industrial.

– Temos aqui o maior pórtico da América do Sul. Digo a eles que é preciso ter orgulho e motivação para fazer o melhor trabalho possível – ensina.

Longe de casa, o engenheiro já adquiriu o hábito da leitura de jornais gaúchos – ele lê Zero Hora diariamente. Para matar a saudade da mulher e dos três filhos, viaja uma vez por mês até Minas. Por ter trabalhado pela Petrobras no interior do Amazonas, no outro extremo do país, ele brinca que vivenciou como ninguém a expressão “do Oiapoque ao Chuí”.

Churrascos unem os estrangeiros

Por sinal, a cidade fronteiriça despertou seu desejo consumista: Vieira confessa que um dos passatempos adquiridos após chegar ao Sul foi pegar a estrada para fazer compras livres de impostos nos freeshops uruguaios.

O executivo defende que a região precisa se adequar às novas atividades, e lamenta a carência de setores como comércio, serviços e lazer.

– O pessoal ainda não percebeu que a geração de emprego e renda será duradoura. Hoje ainda há imóveis no mercado, mas daqui a alguns meses o cenário certamente será outro – projeta.

Entre as alternativas de diversão, Vieira cita os animados churrascos com os colegas de empresa.

– Há alagoanos, paulistas, pernambucanos, cariocas. Mas na hora do assado, todos conjugam o mesmo verbo – diverte-se.

(ZH, 19/11/2008)


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