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eucalipto no pampa silvicultura
2008-08-25
O 10º Congresso Florestal Estadual e 1º Seminário Mercosul da Cadeia Madeira finalizou sexta-feira (22/08), em Nova Prata, os quatro dias de debates sobre florestas, silvicultura e mudanças climáticas com a audiência pública da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Os parlamentares gaúchos foram unânimes em afirmar que o Congresso é um dos maiores eventos do País na abordagem das questões florestais e que o evento, somado ao 1º Seminário Mercosul da Cadeia Madeira, contribui para o trabalho da Assembléia, relativo ao setor, pelo aporte técnico e científico da programação.

Estavam presentes o presidente da Comissão de Economia e Desenvolvimento, deputado Nelson Härter, que foi relator da Comissão Especial de Reflorestamento, e os deputados José Sperotto e Iradir Pietroski. O Presidente da Assembléia, Alceu Moreira, participou do encerramento da audiência pública.

"O setor florestal merece atenção especial por parte das estruturas do Estado e saímos deste Congresso com alternativas para encaminhamentos no sentido de uma legislação menos burocrática", afirmou Härter. "Temos tido uma postura em favor do setor florestal, sem descuidar do aspecto ambiental, assim como os empreendimentos têm cumprido a legislação e primado pela sustentabilidade", acrescentou.

Conforme Härter, pela necessidade de a Assembléia aprofundar o conhecimento sobre a silvicultura e as implicações ambientais e econômicas de novos empreendimentos, foi criada a Comissão Especial de Reflorestamento, presidida pelo deputado Marco Peixoto, que percorreu o Rio Grande do Sul durante quatro meses com visitas técnicas e audiências públicas. O relatório final foi referendado na audiência pública do Congresso Florestal.

O deputado Iradir Pietroski lembrou que o assunto que a Assembléia passou a discutir nos últimos anos já é enfocado pelo Congresso Florestal há 40 anos. "Mas ainda é preciso mais debates no Executivo, no Ministério Público, no Judiciário e a Assembléia vai encaminhar aquilo que a sociedade decidir", ponderou.

Já o deputado José Sperotto comentou que na Finlândia, país com área semelhante ao Rio Grande do Sul, o território é ocupado em 70% por florestas plantadas e que no RS os investimentos no setor prevêem uma ocupação de até 3% da sua área total. "Informações verdadeiras e científicas nos mostram que é possível sim plantar eucalipto, pinus e acácia, como outras exóticas já cultivadas aqui", declarou Sperotto.

O Presidente da Assembléia, Alceu Moreira, ressaltou a necessidade de valorização da pesquisa, reaparelhando órgãos do Estado para esse fim e aproveitando o trabalho desenvolvido em universidades. "As crendices atrasam sociedades inteiras. Precisamos utilizar as pesquisas científicas, pois elas vão viabilizar o Estado do futuro", disse. Para Moreira, os assuntos não podem ser tratados de forma segmentada. "A sociedade é uma coisa só. Temos que estabelecer a harmonia entre o social, o ambiental e o econômico",

O Presidente do Congresso e Seminário, Claudio Dilda, entregou ao Presidente da Assembléia o documento que contém a consolidação das propostas formuladas em 10 encontros e 12 seminários regionais referentes ao marco legal, políticas públicas e ciência e tecnologia, buscando apoio do Legislativo para a criação de um fórum permanente de discussões do setor florestal e da silvicultura, alterações na legislação pertinente ao setor com embasamento científico e aporte de recursos para qualificação de mão-de-obra a ser aproveitada na cadeia madeira.

Dilda encerrou os eventos afirmando que a interação é que produz bons resultados. "A cooperação resulta em muito mais do que a concorrência. O nosso destino é comum", destacou.

(Assessoria de Imprensa, 22/08/2008)


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