(29214)
(13458)
(12648)
(10503)
(9080)
(5981)
(5047)
(4348)
(4172)
(3326)
(3249)
(2790)
(2388)
(2365)
projeto orla do guaíba crescimento urbano
2008-07-29

Apresentado ontem pelo governo do Estado, projeto norteará licitação, prevista para ser lançada até dezembro, em busca de empresários dispostos a investir cerca de R$ 400 milhões até 2013

Desta vez, garante a governadora Yeda Crusius, a revitalização do Cais do Porto da Capital deixará de ser um sonho.

Ontem, ela anunciou o plano de negócios que poderá nortear um projeto para transformar a degradada zona portuária em atração turística até 2013 - a tempo, por exemplo, de servir como mais um cartão de visitas caso Porto Alegre seja uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.

Promessas para reestruturar embelezar o local são freqüentes desde 1991 (veja quadro abaixo). Nenhuma saiu do papel.

A proposta escolhida agora é uma das três apresentadas para o Cais Mauá, em um processo de seleção iniciado no ano passado pelo governo gaúcho. Não é o projeto definitivo. São diretrizes definidas nos últimos três anos que deverão ser seguidas pelas empresas interessadas em revitalizar e explorar a área comercialmente. A principal exigência era que o trecho entre a Usina do Gasômetro e a Estação Rodoviária, sem operação do porto, fosse integrado à cidade e tivesse acesso gratuito à população.

Até dezembro, prevê o governo estadual, será aberta uma licitação para escolher a empresa que desenvolverá o projeto definitivo a partir das diretrizes definidas pela proposta vencedora, anunciada ontem. A ganhadora da concorrência terá o compromisso de remodelar a área e poderá explorá-la comercialmente por 25 anos por meio do aluguel dos espaços.

A expectativa é de que as obras comecem ainda em 2009, com previsão de quatro anos para serem concluídas e custo estimado de R$ 400 milhões. Yeda diz que a parceria entre poder público e empresas é a grande esperança para dar nova cara ao cais. Diferentemente das iniciativas anteriores, a revitalização não depende de recursos públicos.

- Esta será uma obra privada. O Estado terá que dar toda a infra-estrutura e as licenças necessárias para que a obra dê lucro a quem participar desse investimento, mas o investimento pesado será da iniciativa privada - disse Yeda.

Pelo plano de negócios vencedor, apresentado pela M. Stortti Consultores, os armazéns seriam reformados e destinados a lojas, bares e restaurantes. As paredes de alvenaria seriam removidas e substituídas por vidros, o que possibilitaria admirar a paisagem do Guaíba. As principais construções, no entanto, ficariam nos dois extremos. Perto da rodoviária, seriam erguidas duas torres comerciais para escritórios e estacionamento. Na outra ponta, perto da Usina do Gasômetro, está previsto um hotel, um shopping e um centro de convenções.

Muro da Mauá pode ser reduzido à metade

- O plano de negócios é uma idéia. A empresa que vencer a licitação pode propor mudanças. Não significa, por exemplo, que o hotel ficará exatamente naquele local. O mais importante desse plano foram os conceitos de exploração do local apresentados - observou Edemar Tutikian, coordenador executivo do projeto de revitalização do Cais e presidente da comissão formada para avaliar o plano anunciado ontem.

Entre as propostas, está a diminuição da altura do muro da Avenida Mauá - que passaria de 3 metros para 1,5 metro - e a construção de plataformas flutuantes para o passeio de pedestres.

(Por Mauro Graeff Júnior, Zero Hora, 29/07/2008)


desmatamento da amazônia (2116) emissões de gases-estufa (1872) emissões de co2 (1815) impactos mudança climática (1528) chuvas e inundações (1498) biocombustíveis (1416) direitos indígenas (1373) amazônia (1365) terras indígenas (1245) código florestal (1033) transgênicos (911) petrobras (908) desmatamento (906) cop/unfccc (891) etanol (891) hidrelétrica de belo monte (884) sustentabilidade (863) plano climático (836) mst (801) indústria do cigarro (752) extinção de espécies (740) hidrelétricas do rio madeira (727) celulose e papel (725) seca e estiagem (724) vazamento de petróleo (684) raposa serra do sol (683) gestão dos recursos hídricos (678) aracruz/vcp/fibria (678) silvicultura (675) impactos de hidrelétricas (673) gestão de resíduos (673) contaminação com agrotóxicos (627) educação e sustentabilidade (594) abastecimento de água (593) geração de energia (567) cvrd (563) tratamento de esgoto (561) passivos da mineração (555) política ambiental brasil (552) assentamentos reforma agrária (552) trabalho escravo (549) mata atlântica (537) biodiesel (527) conservação da biodiversidade (525) dengue (513) reservas brasileiras de petróleo (512) regularização fundiária (511) rio dos sinos (487) PAC (487) política ambiental dos eua (475) influenza gripe (472) incêndios florestais (471) plano diretor de porto alegre (466) conflito fundiário (452) cana-de-açúcar (451) agricultura familiar (447) transposição do são francisco (445) mercado de carbono (441) amianto (440) projeto orla do guaíba (436) sustentabilidade e capitalismo (429) eucalipto no pampa (427) emissões veiculares (422) zoneamento silvicultura (419) crueldade com animais (415) protocolo de kyoto (412) saúde pública (410) fontes alternativas (406) terremotos (406) agrotóxicos (398) demarcação de terras (394) segurança alimentar (388) exploração de petróleo (388) pesca industrial (388) danos ambientais (381) adaptação à mudança climática (379) passivos dos biocombustíveis (378) sacolas e embalagens plásticas (368) passivos de hidrelétricas (359) eucalipto (359)
- AmbienteJá desde 2001 -