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tratamento de esgoto
2007-12-20

Novo Hamburgo ampliará em 51% o tratamento de esgoto do Município a partir de 2008. Isso será possível devido ao financiamento de R$ 27,4 milhões com o Banrisul para investimentos em obras de saneamento básico, recursos que intergram o programa federal Saneamento para Todos, do Ministério das Cidades. A contrapartida da Prefeitura é de R$ 3,5 milhões, totalizando um investimento de R$ 30,5 milhões.

O prefeito Jair Foscarini (PMDB) e o diretor-presidente da Companhia Municipal de Saneamento (Comusa) de Novo Hamburgo, Renato Pilger, assinaram na tarde de ontem o contrato com o diretor-presidente do Banrisul, Fernando Lemos. Participaram do encontro na sede do banco, em Porto Alegre, o procurador-geral de Novo Hamburgo, José Cácio Bortolini, o diretor-financeiro da Comusa, Sadi Ritzel, e o chefe de Gabinete de Jair, Jurandir Diniz. Para Lemos, por meio dessa parceria o Banrisul cumpre seu papel social, proporcionando melhor qualidade de vida à população.

O recurso será investido na implantação do sistema de esgotamento sanitário de 17 quilômetros do Arroio Luiz Rau e fará com que o Município avance dos atuais 2% para 53% de esgoto tratado. A obra beneficiará 130 mil pessoas, 51% dos 67% da população que utiliza a água do arroio. A expectativa de Jair é que as obras se iniciem no primeiro semestre de 2008. “Esta é uma reivindicação da comunidade por mais de 80 anos”, destacou. O Município terá 24 meses de carência para iniciar o pagamento, que será feito em 220 parcelas.

A obra, que deve ser concluída em dois anos, utilizará sistema misto de coleta. Segundo Pilger, este é o maior investimento em saneamento já feito por Novo Hamburgo. Esta será a primeira etapa do projeto que prevê, em sua fase final, a implantação de rede separadora absoluta no Município.

Obras serão concentradas em duas avenidas
O sistema interceptor de coleta mista atingirá 51% das economias do Município e cerca de 130 mil habitantes, pertencentes à Bacia do Arroio Luiz Rau. As obras estarão concentradas na Avenida Nações Unidas e Nicolau Becker. O novo sistema será instalado entre a Vila Nova e o bairro Petropólis até a Santo Afonso, totalizando 17 quilômetros de rede. Nesta fase, as melhorias deixarão de fora o bairro Roselândia, Operário e o Arroio Gauchinho, pertencentes à bacia. Atendendo a cerca de 67% das moradias e aproximadamente 175 mil habitantes, a Bacia do Arroio Luiz Rau é a maior do Município.

No novo sistema, serão instalados interceptores em ambas as margens do Arroio Luiz Rau. O diretor-presidente da Comusa, Renato Pilger, lembra que, neste processo, o esgoto pluvial e cloacal, ao invés de desembocar diretamente no arroio, como ocorre atualmente, será levado à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no bairro Santo Afonso. Depois de tratado, o resíduo líquido será liberado no arroio e os restos de origem sólida poderão ser reaproveitados.

Conforme Pilger, futuramente deverá ser instalado o sistema de coleta de separação absoluta, em que o esgoto cloacal e a rede pluvial passarão por canalizações diferentes, antes de liberados ou tratados. A água das chuvas (pluvial) será liberada diretamente no arroio, enquanto os resíduos originados das residências (cloacal) passarão pelos interceptores e serão encaminhados à ETE. Este processo já funciona no Residencial Mundo Novo e nos condomínios e loteamentos particulares e privados, construídos depois do ano de 2000. (Claudia Vogel)
 
(Por Jennifer Morsch, Jornal NH, 20/12/2007)


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