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sustentabilidade tecnologias limpas
2007-11-27
Em sua primeira visita ao Brasil, o pesquisador Donald Huisingh, PhD em Sustentabilidade Ambiental da Universidade do Tennessee, capturou a atenção e a simpatia dos congressistas do 1º Workshop Internacional em Avanços na Produção Mais Limpa, realizado entre quarta (21/11) e sexta-feira (23/11) nas dependências da Universidade Paulista (Unip), em São Paulo (SP). Editor-chefe do Journal of Cleaner Production, da Editora Elsevier, uma das mais conceituadas publicações internacionais na área ambiental, e do Journal of Sustainability in Higher Education, que ele criou como forma de estimular a introdução de conteúdos sobre sustentabilidade nos currículos de cursos superiores das áreas de ciências exatas, Huisingh mostrou como a visão equivocada de produção está levando à rápida perda das condições ambientais do planeta. "O desenvolvimento sustentável é uma jornada, não um destino", enfatizou, clamando por mudanças em atitudes, percepções, valores e formas de conhecimento. "Estamos perdendo tempo. O tempo dos governos é o tempo de uma eleição. Mas temos outros tempos: o das indústrias, o das espécies e o da recuperação dos ecossistemas. Eles são muito diferentes", afirmou. Democrata confesso e crítico da atual política ambiental do governo Bush, Huisingh concedeu a seguinte entrevista exclusiva ao AmbienteJÁ, após sua palestra, dia 22 de novembro.

AmbienteJÁ – Alguns trabalhos apresentados no workshop Advances in Cleaner Production [Avanços na Produção Mais Limpa] estão focados na questão do uso do conhecimento para a viabilização de projeto de produção mais limpa, geralmente conhecimento interdisciplinar. Quais são as relações que o Sr. vê entre produção mais limpa, avaliação de impacto ambiental e interdisicplinaridade?
Huisingh – O que eu posso dizer é que está funcionando, que fundamentalmente, produção mais limpa, gestão ambiental, estudo de impacto ambiental, todos eles são muito interdisciplinares. Quero dizer, todos eles devem ter um entendimento do ecossistema, das questões de avaliação de riscos, em relação a fazer isto ou aquilo, ou outra coisa, e certamente, a dimensão social é também sempre importante, porque quando falamos sobre riscos, falamos sobre riscos para humanos, riscos para a ecosfera, que sustenta os humanos e todas as outras espécies, como o diamante da sustentabilidade [figura apresentada na palestra de Huisingh, em que ele relaciona diversos fatores como interligados para a configuração da sustentabilidade, e não apenas os tradicionais economia, sociedade e meio ambiente].

AmbienteJÁ – Mas esta figura do diamante é extremamente complexa, se a pensarmos na prática. Como podemos lidar com esta complexidade no mundo real?
Huisingh – É verdade que é complexa, mas um dos maiores problemas que temos é que temos tentado simplificar, simplificar, simplificar, ... algo que está arraigado, que é muito interconectado e muito complexo. Portanto, nós precisamos aprender mais sobre teoria da complexidade e trabalhar na teoria da complexidade, com a abordagem dos sistemas, com a abordagem da teoria da dinâmica de sistemas, sabendo que o sistema é muito mais complicado do que duas, três, quarto variáveis interligadas. É muito mais complexo do que isto, e demanda muito mais trabalho do que nós inicialmente fazíamos ao simplificar. Simplificar é errado.

AmbienteJÁ – Por que reduz muito?
Huisingh – Sim, a simplificação traz muito reducionismo, e portanto, nós aprendemos muito sobre uma parte, mas quando colocamos esta aprendizagem de volta no sistema, ela não condiz com a realidade. A realidade do sistema de parâmetros interconectados e inter-operacionais é muito mais complexa e supreendente do que apenas uma equação de dois elementos, ou de três elementos. E, portanto, aumentam esses parâmetros complexos, e há necessidade de lidar com eles na complexidade, na realidade existente, e não no reducionismo ou na simplificação.

AmbienteJÁ – No entanto, é muito difícil mostrar esta complexidade para as empresas e fazê-las ver que a sustentabilidade está nesta complexidade e que não é algo imediato. Como fazer as empresas acreditarem na sustentabilidade? Como mostrar a elas que funciona na prática?
Huisingh – Eu respondo nos seguintes termos. Primeiro de tudo, há vários relatórios de responsabilidade social de corporações, mostrando que há companhias fazendo a responsabilidade social corporativa. São relatórios de responsabilidade social ou sustentabilidade. Assim, eu diria: veja esses relatórios. Porque esses relatórios são das próprias companhias, dizendo : "Isto é o que estamos fazendo". Você está a par do Global Reporting Initiative [GRI, uma rede de múltiplas partes interessadas em trabalhar em favor de iniciativas de sustentabilidade, encabeçada por grupos da UNEP, agência das Nações Unidas para a Proteção do Meio Ambiente]? Eles têm checklists para parâmetros sociais, ecológicos, econômicos e governamentais, com muitos itens. Se você olhar para esses itens e vir o que muitas companhias têm feito em termos de seus relatórios de sustentabilidade, você vai ver que elas usam muitos ou a maioria dos parâmetros do GRI para reunir seus dados, para dar qualidade a eles, e para quantificá-los, e a partir disto, podem ter um entendimento sobre como sua companhia está progredindo com respeito ao tripé da sustentabilidade. E mais e mais companhias estão vendo a importância de estar de acordo com este tripé, e não apenas com o fator econômico. Todos os outros fatores têm que vir juntos. Cada vez mais as companhias terão que lidar com a complexidade do diamante da sustentabilidade. Essa complexidade está crescentemente nas corporações, em seus líderes e empregados. Lidar com ela não é simplesmente pegar a matéria-prima, transformá-la em produtos... é mais do que simplesmente ferramentas. É basicamente uma transformação, uma necessidade estratégica. Não é "eu posso fazer o que eu quero", ou "talvez eu use esta ferramenta hoje, no dia seguinte eu usarei outra". Não. Melhoria é uma questão de necessidade estratégica e, mais e mais, centenas de companhias estão usando esta estratégia. Assim, para aqueles que são céticos, eu diria: leia alguns bons relatórios, como os da Novo Nordisk [empresa farmacêutica com sede na Dinamarca e líder mundial no tratamento de diabetes], da Elkington [empresa do Reino Unido que atua na área de infra-estrutura de portos e aeroportos, principalmente]. Elas fizeram vários relatórios sobre sustentabilidade. Essas companhias e seus grupos têm muita experiência na avaliação de questões de sustentabilidade. Mas para outras empresas, a sustentabilidade é apenas uma lavagem verde, é artificial. Porém, para muitas, é um negócio muito sério, e está se tornando cada vez mais sério para mais companhias. Também você pode ver no Conselho Mundial de Negócios e Desenvolvimento Sustentável [World Business Council and Sustainable Development]. Eles são pioneiros em muitos relatórios de sustentabilidade.

AmbienteJÁ – Como se pode gerenciar melhor o conhecimento para a sustentabilidade? O Sr. falou antes sobre a importância da multidisciplinaridade. Mas e a interdisicplinaridade?
Huisingh – São basicamente diferentes na semântica. Eu fundamentalmente olho primeiro para o fato de que muitas disciplinas são artificiais. Na realidade, se eu digo que sou bioquímico na indústria do açúcar, ou que sou bioquímico na indústria do açúcar, mas em um tipo específico de açúcar... assim, tendo a simplificar. As disciplinas tendem a simplificar, a cada vez irem numa direção mais estreita. Parte disto é porque há tantas realidades e tanto conhecimento que você precisa ser especialista, até certo ponto. Então, você deve integrar este conhecimento a uma realidade maior, e alguns especialistas têm passado a maior parte de suas vidas tentando mais integrar do que se especializar. Assim, eu tenho sido um generalista em reunir tudo – Filosofia, Ética, Direito, Economia, Ecologia, tanto sozinho quanto em grupos, para ver o que posso ver em quadros mais abertos.

AmbienteJÁ – Como gerenciar grupos com conhecimentos tão diferentes para se chegar à sustentabilidade?
Huisingh – Há um todo envolvendo áreas da ciência. Uma coisa é a Gestão da Informação, ou a Gestão do Conhecimento. Assim, se você tiver oportunidade de ler sobre Gestão do Conhecimento, há uma série de conceitos sobre como fazer isto, do ponto de vista da organização, do ensino, do ponto de vista do acesso à informação.

AmbienteJÁ – Como o Sr. vê o progresso das iniciativas de Produção Mais Limpa no Brasil comparativamente há dez anos?
Huisingh – Bem, acho que em muitos caminhos, vocês, como nação brasileira, estão indo por uma via lenta, mas indo para uma curva logarítmica. Acho que vocês estão começando a realmente decolar. Há mais e mais pessoas começando a se interessar ou se envolver mais em produção mais limpa, produtos mais limpos, análise do ciclo de vida... vejo que está acontecendo, e espero que cresça logaritmicamente. Mas penso que ainda na maioria das partes do Brasil estas indústrias estão recém começando.

AmbienteJÁ – O Sr. fala na indústria. E quanto às iniciativas governamentais nesta área? O governo brasileiro tem iniciativas um tanto contraditórias, por exemplo, incentivar a produção de cana-de-açúcar para obter combustíveis mais limpos, mas sem um planejamento ambiental adequado...
Huisingh – Eu poderia dizer que não conheço o suficiente sobre as políticas do seu governo. Para ser claro, eu não sei. Eu conheço políticas governamentais em outros países, e muito bem. Em geral, há maior ênfase em extração de curto prazo quanto a recursos minerais, recursos energéticos, recursos florestais, e assim por diante. Extrações de curto prazo para lucros de curto prazo e não suficiente atenção aos recursos naturais, para a gestão sustentável dos recursos naturais. Eu poderia dizer que isto é verdadeiro em geral. Posso dizer que a lucratividade de curto prazo está dominando a forma como as políticas são realizadas. Eu dou subsídios para a extração de ferro, ou cobre, ou seja o que for, e, similarmente, eu dou subsídios para o corte de árvores. Eu deveria, em vez disto, dar subsídios para a gestão sustentável de florestas, para a agricultura sustentável, ou para a pesca sustentável. Não, a maioria não está fazendo isto. E isto é típico de tudo o que tenho visto. Em geral, os governos ouvem os ministérios da Indústria, e não os do Meio Ambiente, e eles não trabalham juntos. Mas isto deveria fazer parte do realinhamento das políticas governamentais na visão da sustentabilidade. Eu diria que muito poucos países estão trabalhando adequadamente com políticas sustentáveis.

AmbienteJÁ – Que países o Sr. mencionaria como exemplos de atuação com políticas sustentáveis?
Huisingh – Eu acho que o governo sueco está, provavelmente, fazendo o melhor trabalho. E também o holandês. Eles estão fazendo muito bem. Algumas partes da Alemanha também, mas não tão bem quanto poderiam nem quanto faziam há algum tempo atrás. Houve uma certa mudança em termos de pragmatismo, busca de lucratividade, o curto prazo está dominando sobre o longo prazo em alguma medida, mas não muito. Os piores, no momento, são os Estados Unidos, os absolutamente piores.

AmbienteJÁ – Esta situação ruim é genérica nos Estados Unidos? Ouve-se falar que alguns Estados norte-americanos têm boas iniciativas ambientais, inclusive na área de combate às emissões de gases estufa.
Huisingh – Vamos dizer assim: sob a atual administração, a administração Bush tem feito voltarem atrás muitos dos princípios de proteção ambiental, leis de proteção ambiental.. Não tem feito cumprir esses princípios nem os princípios de saúde e segurança, não tem feito cumprir as leis de proteção ao consumidor... todos os tipos de proteção humana, proteção contra substâncias tóxicas, contra lugares de trabalho perigosos e proteção dos rios e do mar.. quanto a tudo isto, eles fizeram o relógio atrasar 20 anos. Honestamente... Mas, como você mencionou, alguns Estados norte-americanos estão trabalhando juntos para reduzir emissões e produzir energia mais limpa. Isto é verdade.

AmbienteJÁ – Como pode uma situação assim caótica se sustentar? O governo federal com um direcionamento e alguns Estados com outro?
Huisingh – Isto pode ocorrer. Felizmente, teremos eleições daqui a mais ou menos um ano. Espero que possamos... eu poderia usar palavras mais fortes, mas não posso porque isto está sendo gravado, mas a asa direita deve ser substituída por algo mais equilibrado. Com certeza a economia é importante, mas não é a única coisa.. Economia de longo prazo, que significa gestão sustentável de recursos naturais e humanos... você não pode tirar tudo agora e não ter nada par o futuro. Você mata o ecossistema e, freqüentemente, mata as pessoas. Literalmente ou figurativamente, em longo termo, você acaba com seus recursos.

AmbienteJÁ – O Sr. disse que a Produção Mais Limpa é apenas uma parte da sustentabilidade.
Huisingh – Pode ser.

AmbienteJÁ – Então pode não ser?
Huisingh – Bem, eu penso que pode ser quando é feita adequadamente. Mas muito das coisas que chamam de produção mais limpa são apenas uma mudança superficial, cosmética. Não são algo fundamental.

AmbienteJÁ – Como se pode distinguir entre mudanças cosméticas e mudanças que realmente fazem a diferença, ou seja, que estão de acordo com os princípios da Produção Mais Limpa?
Huisingh – O que é lavagem verde e o que é sério... a diferença não é fácil de perceber. Eu poderia dizer.... você conhece o velho ditado: "Ações falam mais alto que palavras", ou então "Sempre as pessoas dizem mais do que falam"? Em outras palavras: olhe para o que as indústrias estão fazendo, onde elas colocam o seu dinheiro, que tipo de produto estão produzindo, como elas asseguram que detalham a análise do ciclo de vida de seus produtos para eliminar as substâncias tóxicas da produção, fazem seus produtos com eficiência energética em todo o ciclo, estão reaproveitando os resíduos, ou reduzindo-os, ou pelo menos mantendo seus materiais na tecnosfera?

AmbienteJÁ – Mas isto é muitas vezes difícil de saber porque as empresas escondem essas informações.
Huisingh – Isto é verdade, é definitivamente verdade. E a questão é que você deve ser um investigador e ver atrás dos sinais, às vezes. Ser como Sherlock Holmes, farejar. Bem, quando uma companhia está escondendo algo, então ela é suspeita. Quando a companhia é aberta, diz "OK, venha, dê uma olhada".

AmbienteJÁ – Há uma lei nos Estados Unidos, que trata de relatórios sobre resíduos tóxicos que as empresas devem declarar à Agência de Proteção Ambiental (EPA). Ela funciona bem?
Huisingh – Você se refere ao Toxics Release Inventory [Inventário de Substâncias Tóxicas]. É uma lei de mais ou menos 20 anos atrás. Em alguns estados, particularmente Massachusetts, eles começaram com um programa de redução de uso de tóxicos.

AmbienteJÁ – Apenas o estado de Massachusetts?
Huisingh – Primeiro. Depois, foi gradualmente para todo o país. E agora, na Europa, há um programa chamado REACH [Register, Evaluation, Authorization of Chemicals/ Registro, Avaliação e Autorização para Substâncias Químicas]. O objetivo é eliminar o uso de uns 300 ou 400 tipos de substâncias tóxicas do sistema. Isto faz voltar uma questão original a respeito de gestão de risco, ou avaliação de riscos. E reduzir as substâncias tóxicas é uma parte do risco que queremos fazer. Certamente, CO2 pode ser tóxico também, em termos de que muito CO2 pode ser um problema muito sério. E a este respeito, necessitamos olhar para o que eu disse antes. Do ponto de vista de sistemas, não existe apenas um pedaço. E é o mesmo com a companhia. A companhia é uma entidade complexa, e um relatório nunca pode falar tudo sobre esta entidade complexa. Ele fala sobre um pedaço dela.

AmbienteJÁ – Muitas empresas fazem propaganda de que são sustentáveis quando, de fato, não são.
Huisingh – OK, isto é o que chamamos de "greenwash" [lavagem verde]. Elas não reportam com precisão ou com honestidade o que fazem. E há necessidade de uma espécie de verificação independente e, por isto, uma auditoria independente deve ser feita. Porque se eu não penso que você realmente olhará para a minha fábrica, eu escrevo alguns números e você diz "OK", "OK". Mas você não sabe os números reais. E isto significa que nós necessitamos de verificação independente.

AmbienteJÁ – O Sr. acredita que a EPA [Agência de Proteção Ambiental Norte-americana] está fazendo um trabalho correto quanto a avaliar e reportar impactos ambientais?
Huisingh – Estava fazendo muito bem. Estava. Mas agora eles têm menos dinheiro para forçar o cumprimento da lei, eles dão instruções mas não as forçam. Está decaindo. Não é zero, mas diminuiu.

AmbienteJÁ – A que o Sr. atribui esta decadência?
Huisingh – A uma administração decadente. Eles basicamente estão favorecendo grandes negócios, os grandes negócios dizem "Vão embora", assim, a Casa Branca, o grupo de Bush diz para a EPA "Não forcem, não forcem". Similarmente, à Food and Drug Administration [Agência Federal de Administração de Alimentos e Medicamentos], dizem "Não forcem". Quanto à Segurança e Saúde no Trabalho, "Não forcem", à Mineração e Segurança, "Não forcem". Assim, "Não forcem, contanto que trabalhem", "Menos, menos"...

AmbienteJÁ – O Sr. acredita que isto pode mudar caso os Democratas cheguem à Casa Branca novamente?
Huisingh – Espero que sim. Deve mudar.

AmbienteJÁ – O Sr. quer deixar alguma mensagem ao Brasil quanto a Produção Mais Limpa?
Huisingh – Eu posso dizer que esta é a minha primeira vez no Brasil. Gostei de minha viagem, de ouvir as pessoas e as apresentações. Muitas delas foram muito impressionantes.

(Por Cláudia Viegas, AmbienteJÁ, 27/11/2007)

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