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lago titicaca cordilheira dos andes impactos mudança climática
2007-10-15

As neves dos Andes da Bolívia estão derretendo ao ponto de desaparecer de uma das montanhas até 2010, enquanto o Lago Titicaca, na divisa com o Peru, tem nova tendência a baixar suas águas há quatro anos, informou hoje o jornal boliviano "La Razón". Um relatório especial diz que o pico nevado Chacaltaya, onde fica a pista de esqui mais alta do mundo, ficará seco nos próximos três anos. O maciço de Tuni Condoriri possivelmente derreterá em 18 anos, enquanto o Illimani e o Huayna Potosí, dois dos maiores do país, perderão sua neve em 50 anos.

Será um efeito da mudança climática e do aumento da temperatura, o que fará com que a cidade de El Alto, situada no altiplano e vizinha a La Paz, enfrente problemas com o abastecimento de água a partir de 2009, diz a fonte. O jornal cita o relatório "Sobre a Mudança Climática: alguns indicadores da secretaria-geral da Comunidade Andina", de setembro.

O texto diz que em 1940 a superfície glacial do Chacaltaya era de 223 quilômetros quadrados e em 2001 baixou para 48. "Em 2005, estava com neve só em três partes. Desaparecerá completamente antes de 2010", segundo o relatório. Segundo o especialista Ivar Arana, a extinção paulatina dos picos nevados se explica porque entre os anos de 1950 e 2000, a temperatura em território boliviano subiu 0,5 grau centígrado e até o 2015 subirá mais 1,5 grau.

Embora pareça pouco, seu impacto "tem repercussões fortes" sobre o comportamento do clima e produz distúrbios, disse Arana. Mas, além disso, segundo o jornal, no Lago Titicaca existe uma tendência à redução do nível de água desde 2003 e de seus afluentes, dois terços dos quais ficam no Peru.

O Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia de La Paz disse que a baixa nos afluentes peruanos se deve ao fenômeno El Niño. Em 1986, o lago alcançou uma altura máxima histórica de 3.811 metros acima do nível do mar, mas dez anos depois desceu ao mínimo de 3.807 metros. Em 2000, houve nova subida no nível, mas em 2003 começou um novo decréscimo.
(Efe, 14/10/2007)


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